Nota de apoio à ocupação dos colégios estaduais em Goiás.

O NUH, Núcleo de Usos da História-UFG, pronuncia-se oficialmente em apoio aos estudantes secundaristas que, em um gesto corajoso, ocuparam colégios estaduais para buscar o diálogo com a atual gestão. O Estado Democrático de Direito não é um termo retórico que justifica o poder político por meio do sufrágio regular que ocorre de 4 em 4 anos nas urnas. Ele é uma conquista alcançada através de séculos de lutas contra a truculência estatal, políticas de privilégios, mandonismos unilaterais e a suposição errônea de que as instituições públicas têm um dono.

Os alunos propõem o debate sobre as OS e o diálogo com governo, enquanto este se esquiva de qualquer forma de aproximação com a sociedade civil organizada, afirmando que “não irá politizar ou ideologizar a discussão sobre a ocupação das escolas estaduais”. Que discussão? Como pode existir uma discussão se o proponente das ‘reformas’ na educação pública estadual se nega a ouvir o público diretamente afetado pelas suas ações?

Nas ocupações, especialmente no Colégio Estadual Cecília Meireles, têm havido relatos de excessos por parte do governo, que utiliza a Polícia Militar (inclusive rondas ostensivas especiais, como a ROTAM) para intimidar os manifestantes. Pessoas são proibidas de entrar nos colégios para dialogar com os alunos , fazerem oficinas, levarem mantimentos e outros objetos e produtos necessários para a manutenção dos estudantes. O corte de energia e água já foi anunciado e, a partir da experiência de irrazoabilidade de nossos governantes em manifestações recentes, certamente ocorrerão.

Enquanto as notícias de violência urbana tomam de assalto os jornais, programas de televisão e até mesmo trocas de mensagens instantâneas, o governo retira um grande contingente de policiais das ruas para intimidar estudantes que lutam por uma educação de melhor qualidade no Estado. Esses policiais apenas cumprem ordens e, com certeza, se pudessem escolher, também estariam fazendo o seu trabalho da melhor forma possível. Afinal, eles próprios, no último dia 9, fizeram uma paralisação contra esse mesmo governo para reaverem direitos básicos acordados pela administração do Estado e, apesar disso, não cumpridos. A respeito disso, espero que o poder judiciário possa agir, garantindo por meio de liminar o direito à manifestação pacífica e ordeira de nossos estudantes. Para quem duvida, as publicações do Simsed confirmam o teor das ocupações, vejam só:

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Colégio José Carlos de Almeida, até então em situação de abandono pelo Poder Público, antes e depois da ocupação.

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Para aqueles que quiserem contribuir com doações, fica aqui a relação das escolas ocupadas:

*IEG: Av. Anhanguera, 1630 – Leste Vila Nova, em frente ao Supermercado Leve.

*José Carlos de Almeida (JCA): Rua 23, 63, Quadra 84 – Setor Central. Atrás do Teatro Goiânia.

*Colégio Estadual Robinho Martins de Azevedo: Av. do Sol Nascente, S/N – JD Nova Esperanca, CEP: 74465-210.

*Colégio Estadual de Período Integral Lyceu: R. Vinte e Um, 10 – St. Central.

*Colégio Estadual José Lobo: Rua dos Missionarios, 788. – Setor Rodoviário. CEP: 74430-360

*Colégio Estadual Cecilia Meirelles: Endereço: R. 29 – Bairro Santo Antonio, Aparecida de Goiânia – GO, 74984-000

*Colégio Estadual Pré-Universitário: Endereço: Rua 240, s/n – Setor Leste Universitário, Goiânia – GO

Colégio Estadual Polivalente Frei João Batista: Endereço: R. 14, 380 – Maracanã, Anápolis – GO, 75040-330

EQUIPE DO NUH.

UM CONVITE AO DEBATE SOBRE AS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO

Atualmente, muito se tem falado sobre a gradual substituição da educação pública estadual pelas Organizações Sociais (OS) em Goiás. O assunto, até então limitado aos círculos universitários e ao público diretamente prejudicado – os professores e estudantes – passou a ter maior visibilidade desde o dia 09 de dezembro, quando os alunos do Colégio Estadual José Carlos de Almeida, acompanhados por profissionais da Educação, ocuparam a instituição, inspirados pelo bem-sucedido exemplo de São Paulo. O Colégio, situado em uma região privilegiada da cidade, estava desativado e abandonado pela administração estadual. A partir dessa iniciativa, os estudantes e professores de outras instituições estaduais goianas passaram a se mobilizar e ocupar novos colégios, como o Lyceu de Goiânia e o Colégio Estadual Robinho Martins de Azevedo.

Terceirização X Estabilidade do Servidor

Essa atrocidade contra a educação pública do nosso Estado, já precarizada e abandonada aos desmandos de várias administrações, tem lá seus defensores, que acreditam que o modelo das OSs (não tratarei, nesse texto, da militarização de outros colégios estaduais, o que merece um espaço a parte) garantiria uma educação de maior qualidade. Os argumentos, em geral, são os mesmos: as OSs celebram um contrato de gestão com a administração pública, no qual precisam firmar objetivos claros e cumpri-los à risca; os professores celetistas, ao se submeterem às regras do livre mercado, tornam-se mais produtivos; a dispensa de licitação em diversos aspectos desburocratiza a administração escolar, tornando-a mais dinâmica e eficiente; a gestão escolar passa a ser realizada por administradores profissionais, pretensamente mais preparados para a tarefa. Outro argumento também bastante comum é o de que a educação continuará pública e gratuita. A única alteração seria a forma de gestão, o que beneficiaria a população.  Todos esses argumentos, contudo, são falhos. Veremos os motivos.

Basta olharmos brevemente para a forma com o funcionalismo público tem sido tratado pela atual gestão para percebermos o que está realmente acontecendo. Em março de 2015, o STF anulou a aberração do SIMVE (Serviço Militar Voluntário Estadual), que buscou terceirizar a segurança pública, colocando indivíduos ARMADOS e parcamente treinados nas ruas sem qualquer formação e preparação adequada. Além disso, os acordos de reajuste com os profissionais de Segurança Pública, assim como com os fiscais estaduais, não foram cumpridos, levando a uma paralisação de 24 horas que possivelmente se repetirá. Em novembro, o poder legislativo estadual derrubou um veto do governador a artigos da lei estadual 19.019, que estipulava a jornada de trabalho dos jornalistas em 5 horas diárias. Esse tempo de serviço é garantido por uma lei federal, o que não inibiu o veto manifestamente ilegal, que colocaria os jornalistas em uma jornada de 40 horas semanais. Na educação, professores temporários foram contratados com salários de fome, muito abaixo do salário mínimo (para profissionais graduados que passaram 4 anos em uma Universidade estudando, o vencimento para o período de 20 horas no edital de 2015 foi de R$ 568,89. O que acham?). Na saúde, faltam materiais básicos para o trabalho, como luvas, soro fisiológico e medicamentos (nominalmente betametastona, hidrocortisona e ondasetrona, entre outros).

Nosso governador já declarou várias vezes que acha a estabilidade do servidor público uma ‘coisa burra’. Para ele, a estabilidade incentiva a leniência, preguiça e acomodação do servidor. Os servidores terceirizados, pelo contrário, seriam mais comprometidos e produtivos. Dois pontos merecem destaque aqui. Em primeiro lugar, o gestor público tem todo o direito de emitir suas opiniões sobre questões atinentes à administração estatal. O que não pode é coloca-las em prática se elas ferem a Constituição e, ainda, o princípio elementar da moralidade administrativa (e, por que não, da moralidade social). O segundo elemento aponta para o fato de que a ausência de estabilidade para o servidor público faz com que ele fique vulnerável aos caprichos e desmandos dos governos. Sem estabilidade, a cada troca de governo haveria uma substituição generalizada dos servidores por outros afiliados ao governo em exercício. Ora, a Constituição Federal, ao garantir a estabilidade do servidor após aprovação em concurso público e estágio probatório, o faz como uma GARANTIA de que os servidores atendem ao ESTADO, e ao interesse público e não aos GOVERNOS. Se casos isolados de ineficiência individual ocorrem, há mecanismos para resolvê-los, como os processos disciplinares administrativos.

O que são as Organizações Sociais

Voltemos ao caso das OSs. Muita gente ainda não compreendeu muito bem o que é uma Organização Social. Isso é absolutamente normal, já que o debate em torno do tema praticamente não existe, afinal, o governo se esquiva insistentemente de um diálogo com a sociedade civil. A OS é uma qualificação (uma espécie de título) que o governo outorga – ou seja, concede – a uma entidade privada a partir de um ‘contrato de gestão’. Nesse contrato, são estabelecidas metas, bem como instrumentos para o controle dos resultados. Para firmar esse contrato com o governo, a entidade precisa atuar em atividades sociais ligadas ao ensino, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico, proteção ao meio ambiente, cultura ou saúde; ou seja, atividades de interesse público.

Pelo menos no papel, essa entidade não pode ter fins lucrativos. Ela tem que ser criada, com milhões em investimentos privados, por puro amor, carinho e genuíno interesse em ajudar a sociedade. Bastante razoável, claro. A partir de então, a OS pode receber dotações orçamentárias (recursos do governo arrecadados junto aos contribuintes – nós), bens móveis e imóveis da administração e até mesmo servidores do Estado! Ou seja, ela pode usar todos os recursos da administração direta, mesmo sendo uma entidade privada. Nem tudo são flores, obviamente. Para ter todos esses benefícios, a OS precisa ter participação do poder público e da comunidade em seu conselho diretivo. Seus atos também precisam ser públicos e, ainda, submetidos ao controle do Tribunal de Contas.

Legalidade, constitucionalidade e moralidade.

Agora vamos ao restante. Licitação? Pois é. As OSs podem gastar o dinheiro público sem procedimento licitatório. Basta uma consulta simples de preços e tudo está resolvido. Estabilidade do servidor? Nada disso. As OSs, como boas entidades privadas que são, podem contratar servidores normalmente para prestar atividades como celetistas (funcionários com carteira de trabalho assinada e submetidos à lei trabalhista, a CLT). Isso, na prática, é o fim do concurso público para professores no Estado de Goiás. E essa manobra, devemos reconhecer, foi genial por parte do governo (para os interesses dele, obviamente). Isso porque a lei do piso nacional dos professores da educação (lei 11.738/08), em seu artigo 2º, deixa bastante claro que o piso nacional deve ser observado apenas para os professores do ‘magistério público’. Isto quer dizer que o Estado vai investir aquilo que a Constituição o obriga em educação por meio de repasse de recursos às OSs, mas não vai precisar pagar o piso, já que essas organizações sociais são entidades privadas! Em outras palavras, o governo deu um ‘jeitinho’ de burlar o piso sem burlar a lei.

E tem mais. Desde que o projeto de lei 4330/04 foi aprovado no plenário da Câmara dos Deputados, fica mais próxima a realidade de as empresas privadas, públicas e de economia mista terceirizarem atividades-fim, quer dizer, aquelas atividades às quais essas empresas se dedicam. Na prática, olha a bagunça: o governo estadual, no lugar de gastar seu dinheiro com escolas públicas, repassa os valores para as OSs. Estas, por sua vez, poderão, caso queiram, subcontratar OUTRA EMPRESA para prestar os serviços de educação. E o nosso dinheiro fica no meio desse rolo, sujeito a todo tipo de improbidade e sem a necessidade de procedimento licitatório.

O momento em que ocorre a implantação das OSs na educação de Goiás é oportuno. A lei das Organizações Sociais, a saber, lei 9.637/98, passou por longos anos de incerteza quanto à sua constitucionalidade. No final de 1998, mesmo ano em que a lei entrou em vigor, uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) foi impetrada contra ela. Isso porque, em tese, diversos serviços públicos que as Unidades da Federação devem prestar (saúde, educação, pesquisa científica e afins) poderiam ser realizados exclusivamente via OS, sem a necessidade de atuação da administração direta. Na prática, isso seria um atentado contra vários princípios básicos da Administração Pública, como a indisponibilidade do interesse público. Vejamos o exemplo da educação.

O artigo 208 da Constituição Federal, em seu primeiro parágrafo, afirma que o acesso ao ensino obrigatório e gratuito é um direito público e subjetivo de todos os cidadãos. Em momento algum cita a necessidade de que esse ensino seja também público. No parágrafo segundo, contudo, ele faz uma mea culpa, dizendo que o não oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa em responsabilidade do governante. Até aí estamos bem, até aparecer um tal artigo 213 que diz “os recursos públicos serão destinados às escolas públicas, podendo ser dirigidos a escolas comunitárias, confessionais ou FILANTRÓPICAS, definidas em lei, que comprovem FINALIDADE NÃO-LUCRATIVA e apliquem seus excedentes financeiros em educação”. Ou seja, as OSs caem como uma luva aqui. Ficou, contudo, a dúvida: o Supremo Tribunal Federal iria votar a ADI com base na interpretação literal do texto da Constituição ou com base nos princípios e garantias que essa mesma Constituição defende? O suspense acabou somente neste ano de 2015. A lei das OSs foi declarada CONSTITUCIONAL em 16 de abril de 2015 pelo STF. Não havia mais nenhum impedimento para que a terceirização da educação tivesse andamento.

Imediatamente após essa notícia, o governo estadual intensificou os trabalhos para o fechamento de Colégios públicos e sua reabertura como Organizações Sociais, ação planejada para o início do ano letivo de 2016. Desde o início do mandato de 2015, a Secretária Estadual de Educação foi enviada aos Estados Unidos para acompanhar o modelo das Charter Schools americanas (basicamente, as OSs da educação dos Estados Unidos). A demanda nessas escolas de fato é muito grande, mas o ingresso dos alunos não se dá automaticamente, a partir da ordem de matrículas. Ocorrem sorteios para a admissão. Além disso, nas Charter Schools, os salários praticados são em média a metade do que é pago no mercado, o que provavelmente se repetirá em Goiás, já que um dos motivos de as OS terem sido criadas é justamente a não necessidade de se pagar o piso nacional.  Em suma: embora a terceirização da educação via Organizações Sociais seja um atentado contra princípios constitucionais muito básicos e contra o Estado Democrático de Direito, os juristas do governo, muito hábeis, as blindaram de toda forma para que atendam as requisitos formais que a Constituição e as leis exigem.

Resta aqui um sincero apelo para que o governo dialogue com a sociedade civil diretamente interessada e para que a população se mobilize contra essa violência iminente contra a nossa Educação. Um ensino de qualidade fatalmente resulta em diminuição da criminalidade, desobstrução dos leitos dos hospitais, efervescência cultural e profissionais mais capacitados no futuro. Para isso, é necessário diálogo, razoabilidade e tempo, para que possamos construir juntos o Brasil e o Estado de Goiás que almejamos. Só não dá para ficar do jeito que está.

IV EIGA – Mostra de Animação Japonesa

No próximo sábado, dia 12 de novembro, o Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro recebe a IV EIGA – Mostra de Animação Japonesa. Ao todo serão exibidos quatro filmes. O evento começa às 13:30 e o ingresso custa R$ 4,00 (preço único). Segue abaixo a programação.

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Na floresta de vaga-lumes

Título original: 蛍火の杜へ (Hotarubi no Mori) 

Sinopse:  

A história se foca em uma pequena garota chamada Hotaru. Ela se perde em uma floresta que, popularmente conta-se, residem vários espíritos. Na floresta Hotaru se depara com um jovem utilizando uma máscara de raposa. Ele diz ser um espirito que possui uma maldição, no momento que um humano tocá-lo ele irá desaparecer.

Horário: 13:30 horas
Duração: 44 minutos
Direção: Takahiro Omori
Estúdio: Brain’s Base
Ano de Lançamento: 2011
Áudio original: Japonês
Legenda: Português

5 centímetros por segundo, Título original: 秒速5センチメートル (Byōsoku  Go Senchimētoru) 

Sinopse:  

O filme é dividido em três partes: Flor de Cerejeira, Cosmonauta e 5 Centímetros por Segundo. Inicia nos anos 90 e vai até dias mais modernos e nela acompanhamos a história de Takaki Tono, que ainda está na escola primária e faz amizade com a aluna recém-transferida Akari Shinohara. Por terem gostos e preferências similares, ambos se tornam muito ligados e muito íntimos. Após alguns anos, Akari acaba se mudando para outra cidade, ocasionando a separação dos amigos tão apegados. A partir daí, eles começam a se comunicar por cartas…

Horário: 15:05 horas
Duração: 63 minutos
Direção: Makoto Shinkai Estúdio: CoMix Wave Inc.
Ano de Lançamento: 2007
Áudio original: Japonês
Legenda: Português

HAL, Título original: ハル (Haru) 

Sinopse:

A história se passa em uma sociedade tecnologicamente avançada em que os robôs podem ser programados para se comportar como um ser humano completo. Depois de um trágico acidente de avião, um robô, também conhecido como Q01, é enviado para uma pequena cidade japonesa para ajudar uma pessoa que acaba de perder um ente querido. Ao tentar curar o coração melancólico, o passado do casal é desenterrado.

Horário: 17:00 horas
Duração: 60 minutos
Direção: Ryōtarō Makihara
Estúdio: Wit Studio
Ano de Lançamento: 2013
Áudio original: Japonês Legenda: Português

O Jardim de Palavras, Título original: 言の葉の庭 (Kotonoha no Niwa) 

Sinopse:

Takao é um jovem rapaz que sonha em ser sapateiro e Yukino é uma mulher mais madura, professora, que precisa superar o passado e sua melancolia. Ambos não possuem nada em comum, a não ser seus próprios medos e batalhas internas, mas um dia o destino resolve juntá-los em um parque em um dia chuvoso. A partir de então surge uma bonita relação entre os dois em que a cada momento de chuva é ansiado por ambos.

Horário: 18:45 horas
Duração: 46 minutos
Direção: Makoto Shinkai
Estúdio: CoMix Wave Inc.
Ano de Lançamento: 2013
Áudio original: Japonês
Legenda: Português

Link do evento: https://www.facebook.com/mostraeiga/

Programação do Cine Cultura – 10/12 a 16/12

Segue a programação do Cine Cultura para essa semana.

Ingressos: R$ 8 Inteira / R$ 4 Meia / Acima de 60 anos não pagam

Local: Cine Cultura – Centro Cultural Marieta Telles, Praça Cívica, nº 2.

Informações: 3201-4670

 

Filme: A Ilha do Milharal

a-ilha-do-milharal_t108332_jpg_290x478_upscale_q90Direção: George Ovashvili
Horários: 18:30 (segunda a sexta); 17:30 (sábado e domingo).
País: Georgia
Sinopse: Um velho camponês (Ilyas Salman) se muda, com sua neta (Mariam Buturishvili) para uma pequena e deserta ilha no meio do rio Enguri, para plantar milho. O rio separa a Geórgia da Abkhazia e já foi cenário de sangrentas lutas. Como soldados ainda surgem na região, o clima é de tensão. O rio cria e o rio destrói, em um ciclo eterno do qual ninguém pode escapar.

Filme: Se Deus Vier que Venha Armado

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Direção: Luis Dantas
Horários: 20:30 (segunda a sexta); 19:30 (sábado e domingo).
País: Brasil
Sinopse: Após ser liberado temporariamente da prisão, um presidiário tem 72 horas para visitar o seu irmão, encontrar um amigo de infância e encontrar com uma mulher. Entretanto, ele também tem uma missão a cumprir para os chefes do crime, como parte de uma onda de ataques do PCC no estado de São Paulo.

 

 

 

Exibição do filme “Há Tanto Tempo que te Amo” (2008), de Philippe Claudel, no Cineclube da Faculdade de Medicina da UFG

O Cineclube da Faculdade de Medicina da UFG exibirá o filme francês “Há Tanto Tempo que te Amo” (2008), de Philippe Claudel, dia 08 de dezembro (terça-feira), às 18h30, no Centro de aulas D – Sala 109 do Setor Leste Universitário.

Esta será a última sessão do ano! Estão todos e todas convidados. Entrada Franca.

Confira o evento da sessão no Facebook:
https://www.facebook.com/events/1236231213058300/

Sinopse do filme:
Uma mulher luta para interagir melhor com sua família e encontrar seu lugar na sociedade depois de passar 15 anos na prisão.

Ficha técnica:
País: França, Alemanha
Classificação: Não definida
Estréia: 26 de Junho de 2009
Duração: 115 min.
Direção: Philippe Claudel
Roteiro: Philippe Claudel
Elenco: Kristin Scott Thomas , Serge Hazanavicius

Trailer legendado:

Cineclube da Faculdade de Medicina da UFG

 

Exibição do filme “A Pequena Loja de Suicídios” (2012), de Patrice Leconte, no Cineclube ImigrAÇÃO

O Cineclube ImigrAÇÃO exibirá no próximo dia 05 de dezembro de 2015 (sexta-feira), às 20h00, o filme “A Pequena Loja de Suicídios”, do diretor francês Patrice Leconte. Um filme em linguagem de animação esboça a frivolidade das relações em uma cidade imaginária e individualista onde a tristeza toma conta da atmosfera do lugar de tal maneira que o empreendedorismo encontra uma brecha para mercantilizar a prática do suicídio em uma depressiva loja. Um filme muito divertido que debate questões sérias e relevantes para refletirmos atualmente.

A sessão acontecerá na Catedral das Artes.
Endereço: Rua Campo Verde, nº 15, Quadra 98, Lote 51, Setor Santa Genoveva.
Goiânia-GO
Telefone: 62-3264 1304
Email: catedraldasartes@gmail.com

Sinopse do filme: Em uma cidade triste e depressiva, as pessoas não tem mais passatempos, e o comércio mais lucrativo é uma loja com produtos para suicídio. São cordas, venenos e outros instrumentos para ajudar cada cidadão a encurtar sua vida. O único problema é quando a proprietária da loja engravida e dá à luz a um filho alegre, repleto de vida. Grandes problemas esperam estes pobres comerciantes…

Confira também o trailer:

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Exibição do filme “Grisgris” (2013), de Mahamat Saleh Haroun, no Cineclube Culturama

No dia 10 de dezembro de 2015 (quinta-feira) o Cineclube Culturama dará continuidade ao ciclo de Cinema Africano com o filme dirigido por Mahamat-Saleh Haroun, “Grisgris” (2013), às 18h45 no Espaço Culturama.

Sinopse: Grisgris, um rapaz de 25 anos com uma vida complicada no Chade, sonha tornar-se um bailarino. Um desafio, tendo em conta que uma das suas pernas se encontra paralisada. Mas os seus sonhos tornam-se ainda mais complicados quando o seu tio fica gravemente doente. Para o salvar, Grisgris aceita trabalhar no tráfico de combustível…

Ficha técnica:
Argumento e Realização – Mahamat-Saleh Haroun
Director de Fotografia – Antoine Héberlé
Montagem – Marie-Hélène Dozo
Som – André Rigaut
Guarda Roupa – Anne-Marie Giacalone
Música – Wasis Diop

Trailer:
https://vimeo.com/103789444

Confira as informações contidas na página do evento no facebook:

“O quinto filme comentado do ciclo Cinema Africano do Cineclube Culturama é “Grisgris”, lançado em 2013, com direção de Mahamat-Saleh Haroun.

Grigris é um jovem de 25 anos de idade, sem movimento em uma das pernas. Apesar disso, ele sonha em se tornar dançarino. No entanto, quando seu tio contrai uma doença grave, ele abandona o sonho da dança e aceita trabalhar para traficantes de combustível para conseguir dinheiro.

ENTRADA FRANCA.

Inscreva-se: http://www.espacoculturama.com.br/novo-evento/2015/12/10/cinema-africano-grisgris

Imagem em destaque:
Fotografia do filme “Grisgris” (2013), de Mahamat-Saleh Haroun